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Essa sera a ultima postagem do ano! Amanha, estou começando minha viagem de Natal, com o Luciano e o Micael (que estao na EC Paris) e o Proença e uma amiga dele (que estao na EC Marseille). Nosso roteiro prevê onze dias de viagens, muito frio e aproximadamente 3000 km em trem, atraves de Heidelberg (21 a 23 de dezembro), Colonia (23 e 24), Berlim (24 a 26), Munique (26 a 28), Zurique (28 e 29), Lucerna (29 a 31) e Berna (31 e 1 de janeiro). A viagem so passa por cidades onde se fala alemao, ou seja, vai ser tenso recuperar o inglês depois de seis meses falando praticamente apenas francês.

Nesta semana, estive numa baita correria aqui em Lille. Correria para aprender conceitos de Gestao e Mecanique des Mecanismes de ultima hora, para as provas de sexta feira. Acredito que eu tenha ido bem em Gestao (com certeza melhor do que o esperado) e talvez consiga um 7 em Mécanique (que é a média pra nao precisar de recuperacao, sobre 20).

O fato mais marcante da semana, no entanto, foi a chegada da neve! Quarta feira ela veio fraquinha, apenas alguns flocos na hora do almoço que logo derreteram. Na quinta, por volta do meio dia, foi mais forte: ela foi suficiente pra cobrir o chao de branco, mas os pés ainda nao afundavam, e a grama logo absorvia os flocos. Porém, na madrugada de quinta pra sexta, nevou bastante, e ja foi possivel fazer guerras na neve. Hoje ocorreu a nevasca mais forte até agora, dez centimetros, suficiente para montar bonecos de neve e para haver a necessidade de carros da prefeitura espalharem sal pelas ruas (para derreter a neve).

Aqui em Lille, dos G1, sobraram apenas eu e o Yuri. Na sexta, foi bem estranho o clima de despedidas entre cada um, ja que cada um tomou um rumo diferente para as férias de fim de ano. Agora revejo o pessoal apenas daqui uns 15 dias. Como estavamos apenas eu e o Yuri aqui na Ecole, fomos no IKEA fazer compras para a casa (algo que eu ja devia ter feito a algum tempo). Na volta, presenciei a coisa mais bizonha que ja vi aqui na França. Ao pararmos na estaçao Bois Blancs, um sujeito arabe passa correndo pelo lado de fora do metro e arremessa um tijolo de neve contra o Yuri. Por sorte, a porta fechou na hora e desviou/quebrou o projétil de neve, que acertou em partes o colega. Mas o canto do vagao onde estavamos ficou todo sujo de neve e sal.

Buenas, preciso arrumar minha mochila para a viagem. Desejo boas festas, um otimo Natal e um Feliz Ano Novo a todos! Até 2010!

Paris em Dezembro II

Ontem, fui pela segunda vez no mês para Paris. O motivo, desta vez, era participar das comemorações dos 10 anos da Bolsa Eiffel, que nos sustenta aqui no Velho Mundo. O evento prometia ser muito chique: recebemos convites, passagens e hospedagem num hotel não muito barato dentro de Paris. Por outro lado, era exigido ir bem vestido: nada de jeans ou tênis, a ideia era ir de terno, gravata e sobretudo! Afinal, o evento foi dividido em duas partes, uma no primeiro andar da Torre Eiffel e outra no Ministério de Relações Exteriores. Mas vamos por partes:

Parti sozinho de Lille na manhã de ontem, ja que eu era o unico daqui que iria para os dois eventos. Como a parte inicial, na torre, começava mais cedo, tive que ir ainda pela manha para Paris. Chegando la, metrô até o hotel, onde seriamos buscados de ônibus pela Egide. Chegando no hotel, descobri que não muitos brasileiros tinham sido convidados para ir na torre: apenas eu (Lille), Foppa e Alessandra (Marseille), Isabela (Paris), Guilherme(Grenoble) e a Miriam (Troyes). Quando o ônibus chegou, faomos para a Torre Eiffel, todos vestidos formalmente.

Na torre, fomos recebidos por uma equipe da Egide, que nos deu crachas e tickets para subir no elevador da torre. Depois de furarmos a fila do elevador (era muito profissional o negocio, a gente tinha prioridade em tudo), subimos para o primeiro andar e entramos na sala Gustave Eiffel, sala em homenagem ao projetista da torre Eiffel e da Estatua da Liberdade. A sala é uma espécie de anfiteatro, com uma vista excelente do norte/nordeste de Paris. Ali nos receberam algumas pessoas importantes do ministério e da Egide, e representantes de algumas universidades também. Apos algumas fotos, fomos para o evento em si.

Foi uma hora sonifera: discursos e discursos sobre a historia da Torre Eiffel, a historia da bolsa Eiffel, falaram muito da nossa importância para o governo francês, etc… ex-bolsistas deram discursos de como a bolsa foi importante na vida deles. Apos os discursos, fizemos uma pré-bouffe ali mesmo: café, chocolate quente, cha, suco, biscoitos e doces, até porque ja era perto das cinco da tarde. Em seguida, fomos para o Ministério de Relaçoes Exteriores, onde rumores diziam que o Ministro finalmente apareceria.

La no Ministério, que fica no Quai d’Orsay, às margens do Sena, encontramos os demais eiffelianos das outras écoles. Revi todo o pessoal de Nantes, Lyon, Marseille e Paris que estava em Vichy! Depois entramos no Ministério, que por dentro é quase um museu: arquitetura belissima, lustres e esculturas muito belos. Depois das fotos, finalmente o ministro chegou. Bem “estrelinha” o ministro: chegou, deu seu discurso de 15 minutos e foi embora, nem ficou para o coquetel nem para tirar algumas fotos ao menos. Em seguida, começou o coquetel, que tinha bebidas e salgadinhos (nao foi tao bem organizado, a comida acabou bem rapido). Havia mais ou menos umas 400 pessoas la, umas 5 vezes mais do que na Torre Eiffel.

Quando acabou o evento, por volta das 9 da noite, fomos para o Arco do Triunfo passando pela ponte Alexandre III e pelos Grand e Petit Palais. A partir dai, o pessoal começou a se dispersar, entre aqueles que iam pro hotel, iam jantar, iam pra festa, iam pro bar e indecisos. Acabei jantando num Quick na Champs-Elysées e indo pro hotel por volta da meia noite. Fazia muito frio a essa altura da noite. Alias, frio que promete aumentar bastante nesta semana, com direito a temperaturas negativas e chance de neve.

Semana que vem, para onde irei novamente? Paris! Mas desta vez, apenas para pegar o trem rumo à Mannheim, que sera minha entrada na Alemanha, para as férias de Natal. Por enquanto, tenho que continuar estudando para as provas de Gestão e Mecânica, que acontecem em menos de uma semana.

Paris em Dezembro I

Ola! Fazia tempo que não falava de viagens no blog. Entao, antes que ele comece a virar um diario, vamos fazer uma pequena perspectiva para este mês de dezmbro, que promete ser muito corrido: o mês começou com o aniversario do meu irmao, no dia 3, a viagem à Paris com o Club Time, no dia 5, trabalhos para fazer e muita coisa do projeto durante essas duas proximas semanas, Journée Internacionale no dia 10, Paris novamente nos dias 11 e 12 para o evento da Egide. Semana corrida em seguida para as duas provas, Gestao e Mecânica dos Mecanismos, ambas no dia 18. E três dias depois, partir para a viagem de fim de ano, de dez dias, rumo à Alemanha e Suiça. Natal e Ano Novo fora de casa, para retornar apenas no dia 1° (ou 2).

Mas entao, sobre a viagem para Paris que fiz no ultimo dia 5: era pra ser uma viagem para ver Paris na época do Natal… logo deu pra descobrir que não vale tanto à pena: Paris é MUITO movimentada, em um sabado proximo ao Natal. A chuva também não ajudou. Bem, começamos explorando o 4ème, onde se encontram A Bastilha, a casa de Victor Hugo, o Musée Carnavalet e a Place des Vosges, locais muito agradaveis. O Musée Carnavalet é um museu que conta a historia de Paris, bastante interessante. A casa de Victor Hugo é sem graça, mas vale pela escultura de Rodin. A Place des Vosges merece um destaque: praça muito agradavel, com um monumento à Luis XIII no centro da mesma. Isso tudo vimos pela manha, ja que estavamos com pressa para ir ao Musée d’Orsay pela tarde…

… E ai começam os problemas: a França, como diz a Mme. Catsiapis, é o pais das greves: o Musée d’Orsay estava fechado à cause de uma greve que começou esta semana, fechando também outros museus nacionais na capital. Bom, sem Orsay no roteiro, cada um começou a sugerir coisas diferentes e o pessoal se dispersou. Depois de almoçar, fomos para os Invalides, perto da Champs-Elysées, no 7ème. Eu e um francês iriamos visitar o museu dos Invalides enquanto o maior grupo iria para o Petit Palais (alguns ficaram vagando ainda por Paris, enquanto um grupo menor foi ao Palais de la Decouverte). O Musée de l’Armée, nos Invalides, foi a melhor parte da viagem! Infelizmente, visitei apenas duas seções, algo em torno de 15% do museu, pois ele é gigantesco! Fui na minha preferida primeiro, a seçao medieval/moderna: o acervo do museu contém armaduras e espadas que pertenceram a bastante gente importante da monarquia francesa. O museu ainda reproduz, em alguns manequins, como seria uma pessoa (cavalos, inclusive), portando as peças. As armas também eram incriveis: nunca tinha visto tantas lanças, piques, machados, alabardas, falconetes, bombardas, canhões, fuzis, arcabuzes, mosquetes, bestas, balistas, e trabucos juntos. So não encontrei um arco inglês la… acho que os franceses não deviam gostar muito à ponto de os expor… a outra parte do museu que visitei foi a tumba de Napoleão, na Eglise dos Invalides. O luxo la é muito grande, o tumulo de Napoleao é uma arca gigantesca, de madeira. A igreja é muito alta, e tem o teto todo decorado. Acho que a imponência do lugar representa bem a importância que Napoleão teve para a França.

Em seguida, pegamos o mêtro para conhecer a Opéra Garnier e as Galeries Lafayette, no 9ème. não foi uma boa idéia: a chuva começou, e o movimento perto das Galeries para ver um punhado de vitrines sem graça estava tenso. Chamei a Catsiapis, que no momento estava voltando do Montmartre (18ème) para me buscar por ali. Quando encontrei eles (e foi complicado também, a essa altura o francês tinha ido fazer compras e ia nos encontrar depois), fiquei sabendo que não teve visita ao Petit Palais. Acho que acabei tomando uma boa decisão mais cedo.

Proximo passo, aux Champs-Elysées: 40 minutos de ônibus para andar uns 3 km entre a opera e o McDonalds proximo ao arco do triunfo. Agora eu estava tentando localizar o Luciano, que mora em Paris, para me encontrar no Arco para acertar detalhes da viagem de final de ano (aquela para a Alemanha). Por volta das 7 da noite, nos achamos proximos ao arco, mas a partida seria às 7h15 para a Torre Eiffel. Eis que a Catsiapis muda novamente de planos, e deixa perdidos em Paris um outro pessoal que tinha se juntado na Ecole Militaire, proximo à Torre Eiffel, no horario combinado. Com a mudança de planos, deu tempo tranquilo para jantar no McDonalds da Champs-Elysées. Entretanto, não descemos na Torre Eiffel e nem a vimos piscar, ja que ja tinha passado das 9 da noite e precisavamos retornar a Villeneuve-D’Ascq.

Tempestade à vista!

Opa! Quase duas semanas sem postar na parte principal do blog! Coisas interessantes aconteceram desde a ultima postagem. Cheguei a conclusao de que nao aguento mais estudar… lembro que quando entrei na faculdade, eu pensava: “Poxa, seria legal apos terminar o curso normal fazer um mestrado, e, quiça, um doutorado…”. Hoje em dia, nao vejo mais a hora de terminar o curso de uma vez… talvez é um pouco pela sensaçao de inutilidade que o fato de ficar apenas estudando traz… talvez pelo fato de que estudar em francês coisas que nao têm nada a ver com meu curso de origem é realmente chato. Porém, como ja estou aqui, tenho que me contentar com essa situaçao, e ai vem a explicaçao pro titulo da postagem de hoje. A tempestade esta a vista pois tenho duas provas no dia 18 de dezembro (uma das quais é a matéria que eu mais estou apanhando, mecânica) e depois das férias mais quatro provas… é, precisarei estudar nas férias. Maravilha!

Por falar em férias, espero conseguir fechar a viagem para a Alemanha e a Suiça. Enquanto as decisoes nao se concretizam, ja tenho duas viagens planejadas… para Paris! Ja estou enjoando da capital! No dia 5, proximo sabado, o Club TIME vai à Paris com a Prof. Catsiapis para ver a cidade decorada pro Natal. Na sexta feira, dia 11, vou para Paris à convite da Egide, para um coquetel que celebra os 10 anos do orgao… nada mal, parece que tera até encontro com o ministro de relaçoes exteriores francês…

As atividades paralelas apenas aumentam… projeto, Rezoleo (o que a principio me tomaria apenas umas 2 horas por semana esta na verdade me tomando 6 horas no minimo) e trabalhos em grupo de diversas disciplinas… se elas ainda fossem interessantes tudo bem, mas que nada… tudo graças a reforma do plano de estudos que a école implementou este ano… graças a ela, por exemplo, temos o super sistema de escolha de disciplinas por fichas! Sim, é quase no sorteio, a idéia genial é escolher a disciplina entre mais de 200 fichas… o problema é que existem disciplinas mais requisitadas que outras, ou seja, muitas pessoas ficam em disciplinas que nao querem pois nao existem fichas suficientes das outras disciplinas! Por sorte, peguei a ficha 13, que corresponde à disciplina que eu queria, Engenharia de Redes. Dependendo eu até consigo validar ela no Brasil!

Eventos interessantes (e também não tão interessantes) dos ultimos dias: (1) Gezério e sua imponente TV de LCD de 32 polegadas + Playstation 3 com Modern Warfare 2 e Fifa 09, apenas agravando a tempestade que esta por vir. Resultado: muitas horas de estudo perdidas! (2) Comprei uma câmera digital nova! Falta apenas planejar mais viagens para estreiar ela decentemente! (3) Franceses sao realmente nulos em informatica: estou salvando varios nos trabalhos de CAA. Pena que eu seja nulo no resto das disciplinas! (4) Tati e Thiago tomando uma surra em Imagem e Açao de mim, Joia e Christian perto das três da manha em um sabado qualquer. (5) Jantar sagaz num restaurante em Villeneuve d’Ascq, entrada, prato (carne de verdade e fritas) e sobremesa (sorvete muito bom) por apenas 17€ (facada), (6) Prof. Joao Manoel da UFRGS apareceu aqui em Lille para uma palestra sobre a universidade. Uma platéria lotada (3 franceses contando o faxineiro) assistiu a apresentaçao. Mas foi legal mesmo assim rever alguém de Porto Alegre e ficar em dia com as novidades da faculdade de la… e por fim, é claro (7) INTER mais vivo que nunca na disputa pelo titulo brasileiro!

Essa semana, alias, fechou meu quinto mês aqui na França, sendo que três em Lille. Os dias passam muito rapido aqui em Lille! Segundo a Prof. Catsiapis, o periodo mais dificil na França pros estrangeiros é até o Natal, embora veteranos digam que durante o estagio, que sera em fevereiro, as coisas ficam muito paradas… bom, é esperar pra ver. Ah, e meu quarto esta uma bagunça, preciso arruma-lo. Logo, vou me despedindo por aqui. Abraço!

Panorama

Bem, quase três meses que estou em Lille, e as coisas começam a ficar mais “monótonas”. Mas aconteceram coisas novas desde a ultima vez que escrevi algo aqui não relacionado a viagens. Primeiro, e acho que mais importante, já tenho um grupo projeto: eu e mais seis colegas vamos continuar um projeto anterior que fará simulações sobre um tijolo reciclável. Não tem muito a ver com informática, exceto na parte de simulações que serão feitas por computador, mas acho que será interessante mesmo assim se olharmos pelo lado da formação generalista. No grupo, eu e um marroquino de estrangeiros (embora o Jamil seja considerado na école como francês, pois ele entrou pelas vias normais). Os franceses são o Gaetan, a Elodie, o Laurent, a Alexia (que fala português) e a Marie.

Falando em franceses: cada vez me convenço mais que a coisa por aqui é muito similar a um colégio. Os franceses são bem infantis. Comecei essas observações no longínquo WEI, mas elas apenas vão se confirmando. Pontos interessantes: (a) professor expulsando aluno francês conversador da sala de aula; (b) anfiteatro de apresentação dos bureaux da école com guerra de bolinhas de papel; (c) diretor da école e toda comissão diretiva no anfiteatro da promo dando sermão devido às bagunças da ultima festa no Foyer; (d) Foyer fechado até nova ordem como “castigo”; (e) não sabermos critérios de avaliação na maioria das matérias.

Entre os franceses que eu costumo falar mais direto, além do pessoal do projeto, estão aqueles do meu quarto de grupo que fazem todas as aulas comigo: Arthur, Mohamed, Isabelle, Loreleï, François e Matthieu. Minha moral até esta bem alta com eles, já que eles precisam de muita ajuda em computação, que eles não possuem noção alguma. Por sorte eu consigo lhes ajudar com isso! Ainda há outros franceses que eu falo com alguma freqüência: Jerome, Thomas, Elisabeth, Augustin, Julien…

E por fim, o pessoal da associação da qual eu faço parte, o Rézoléo. Essa é a associação dos “geeks” da école, embora o pessoal evite essa alcunha. Bem, tem umas 20 pessoas que fazem parte dessa associação, e apenas eu de estrangeiro entre os novatos. Ganhei uma tarefa bem complicada pra começo: vou ser responsável pelo servidor do Jabber, que é tipo um mensageiro interno da école. A passagem do servidor para mim ocorre amanha. Minha associação organizou uma LAN Party aqui na residência semana passada. Mais de 60 pessoas com seus computadores apareceram para jogar. Fiquei umas quatro horas la, e reclamaram que eu estava indo embora cedo. Parece que viraram a madrugada jogando.

Em relação a école, como já disse, as coisas começam a complicar. Duas matérias (Mecânica e Matematica) eu me encontro bastante perdido. Três eu acho que me salvo com alguma tranqüilidade devido às coisas já feitas no Brasil: Informatica, Eletrica e Fisica dos Solidos. Gestão e Sociologia das Organizaçoes são as humanas, então não devem apresentar grandes problemas. Mecânica de Estruturas é uma incógnita: ainda não começou. Fenomenos de transporte pareceu bem complicado no inicio, mas depois dos seminários com a Profa. Le Courtois a coisa ficou mais simples. Se as avaliações forem no estilo das aulas, será possível ir bem, espero. Inglês e francês não apresentam grandes perigos. E há ainda o acompanhamento, que eu nem sei se vale nota.

Bom, quanto às viagens, pretendo fazer o oeste alemão e o norte da Suíça no Natal. Ainda falta ver mais um pessoal pra ir junto (a idéia é alugar um carro). Em breve, mais detalhes… ah, e sei que devo ainda fotos da Bélgica… elas virão em breve, prometo, embora até seja bom que elas estejam demorando já que não tenho mesmo fotos novas desde o Toussaint… Ah, e estou com preguiça de atualizar o cabeçalho. Bem, por hoje é só! Abraços!

Bruxelas

Por volta das 7 da noite, passamos pela quarta vez na viagem pela Gare Bruxelles Midi, por onde passam a maioria dos trens do Benelux. Porém, desta vez iríamos parar por um dia na capital belga. Após uma janta rápida ali na gare mesmo (que é gigante, por sinal), fomos para o albergue. Eu já tinha sido avisado que Bruxelas era uma cidade bem perigosa: quando chegamos à estação do albergue, nos deparamos com um local inóspito. Ao sair da estação, alguns árabes sem nada o que fazer começaram a nos seguir, até que apertamos o passo e achamos a maldita rua do albergue. Até acho que os árabes não queriam nada de mais, provavelmente estavam bêbados, mas as oito da noite num lugar vazio não pareceu muito legal ficar dando corda. Bom, finalmente, chegamos ao albergue após uma caminhada numa rua tão movimentada quanto a saída da estação. O albergue era bem bom: quarto grande, banheiros decentes, café da manha bom também (com cafés das maquininhas de graça!)

Assim, quarta-feira de manha, começamos o passeio por Bruxelas. A primeira providência, como sempre, foi largar as mochilas na gare, nos armários. Desta vez, fomos de metrô, comprando o ticket para o dia todo, já que Bruxelas é uma cidade bem maior que Bruges, por exemplo. Saindo da gare, a primeira parada era o Atomium, símbolo nacional belga (eles comparam à Torre Eiffel para a França). O Atomium é uma molécula em forma de cubo aumentada alguns milhões ou bilhões de vezes, que fica numa parte bem afastada da cidade. Não tem o mesmo impacto que a Torre Eiffel, com certeza, mas mesmo assim não deixa de ser interessante, pois ele é realmente grande. Infelizmente, a entrada custava 6€, mas parece que não havia grandes coisas dentro dos nove átomos que compunham o monumento.

Logo depois, fomos para o outro extremo da cidade, para visitar o arco do triunfo belga. Bela vista do Parc du Cinquantenaire, o qual atravessamos para chegar em frente à Comission Européenne. Em seguida, visitei o Parlamento Europeu, que fica a algumas quadras dali. Este parlamento é a sede onde trabalham quase 800 parlamentares da União Europeia. Haviam até coisas escritas em português la! Depois disso, metrô novamente, desta vez para o centro da cidade, para passar pela Bolsa e pela Grand Place. A Grand Place de Bruxelas é realmente magnífica! Serve para encobrir o próximo destino, que é decepcionante… O Manneken Pis, a estátua do garoto mijão. A estátua possui menos de um metro de tamanho, é até difícil fotografá-la em detalhes…

Subimos um prédio de um estacionamento em Bruxelas de 10 andares, para obter uma vista da cidade. Na verdade, a vista até não é tão legal assim, não da pra reconhecer muita coisa e o Atomium fica bem distante. Em seguida, visitamos a Catedral de Santa Catarina, na parte norte da cidade, que é uma catedral velha e sem graça. Já não tinha mais muito a ver em Bruxelas: só restava o palácio real, logo, metro mais uma vez para o outro lado da cidade para ver a fachada do palácio, que é fechado esta época do ano. Voltamos para a gare umas três horas antes do horário do trem que pegamos. Após jantar e conhecer praticamente toda a gare voltei para Lille, para passar o resto das minhas férias descansando em casa (ou não).

Bruges

Chegamos à Bruges por volta das 10 da noite da segunda-feira, voltando para território onde não se falava francês. Logo, estávamos novamente imersos no holandês, e deveríamos achar o albergue onde ficaríamos àquela hora da noite. Após comprar o mapa na gare (50 centavos), encontramos sem muitos problemas o albergue a mais ou menos um quilômetro da estação. Chegando ao albergue, largamos nossas coisas e fomos comer fritas belgas em algum lugar ali perto. Já era algo perto da meia noite, e a cidade estava morta. As pequenas ruas e ruelas não tinham uma viva alma nelas: apenas víamos sinal de vida pelas janelas, que eram bem na calçada, de onde dava pra ver por algumas luzes que havia pessoas acordadas la dentro.

O albergue foi o pior dos quatro pelos quais passei na viagem: o atendente era um cara que se achava engraçado (lamentável) e ficou incomodando sugerindo locais para fazer festa de noite. Chegando ao quarto, havia um cara que não soltou uma palavra durante toda a estadia. Ninguém sabe de onde veio, o que fazia ali, nada. De madrugada, a Bruna foi acordada por uma guria que estava no quarto também: segundo a Bruna, a guria era tão estranha quanto o outro cidadão. Mas voltando ao albergue, o banho era ruim, o colchão era desconfortável, os hospedes faziam bastante barulho e o quarto era tão pequeno que mal havia espaço para colocar as malas em algum lugar.

Bem, vamos à cidade propriamente dita: como já era rotina, fomos até a gare largar nossa bagagem nos armários disponibilizados la: estes armários são a coisa mais útil nas estações aqui da Europa: grandes espaços por apenas 3€ o dia (cabia sempre as mochilas dos três). Partindo da Gare, caminhamos pelas ruas estreitas e medievais de Bruges: quando se esta em Bruges, a sensação que se obtém é que voltamos alguns séculos no tempo. As casas são, na sua maioria, de tijolos toscos à vista (típico da arquitetura belga), que dão uma impressão incrível de antiguidade. Ao caminhar pelas ruas, fomos parando nas igrejas que encontramos no meio do caminho, incluindo uma que contém uma escultura de Michelangelo e outra que contém segundo dizem, um frasco com sangue de Cristo. Prefiro acreditar que a escultura era genuinamente de Michelangelo.

Conhecemos a Grand Place, que é mais ou menos o centro da cidade: magnífica, incluindo um museu cuja torre fica a trezentos e poucos degraus de altura. Não subimos a torre, mas dava para perceber que ela estava torta: de fato, o topo da torre está deslocado um metro e meio da posição correta. Visitamos também, obviamente, as lojas de chocolates, uma das especialidades belgas. Comprei uma caixa de 375g de chocolate de Bruges que ainda não terminei de comer. Tivemos ainda que ir, claro, no Museu do Chocolate, um belo museu que conta a historia da especiaria desde os tempos dos maias e astecas até a época de produção em massa do chocolate.

Bruges é também uma cidade com vários canais, ao estilo de Amsterdam. Fiz um passeio de barco, de meia hora, pelos canais, obtendo uma vista bem legal da cidade. O condutor da embarcação era um cara bem simpático, apesar das piadas meio sem graça que ele provavelmente faz a toda viagem (como a casa de 1 250 000 € que ele jura que não é dele e do dia no qual caiaques podem navegar pelos canais e que, segundo ele, os barqueiros fazem competição de quem derruba mais caiaques). Após o passeio de barco, não havia muito mais a ver em Bruges, que é uma cidade bem pequena, mas muito acolhedora. Pegamos um trem mais cedo, para chegar um pouco antes em Bruxelas, nossa ultima etapa. A esta altura, eu já queria esticar de uma vez para Lille, para chegar à minha casa.

Continua…

Luxemburgo

Chegamos a Luxemburgo já era quase meia noite do domingo. Como o albergue ficava a uns três quilômetros da gare, pegamos um taxi até la. Ou melhor, fomos assaltados pelo taxi: eu não conhecia muito bem a rota até o albergue, mas sabia a direção. Deu 12€80 de taxi enquanto nas minhas contas não seria mais do que 9€. Enfim, chegamos ao albergue e nos surpreendemos: o albergue era MUITO bom: recepção e escadarias de mármore, quartos muito limpos e confortáveis… conseguimos um quarto para nos três (o albergue estava vazio). No outro dia, o café da manha era ótimo também, tinha até pão francês de verdade. Bem, fomos embora do albergue e partimos à exploração da cidade. O primeiro passo seria ir até a gare, para largar as mochilas no armário da mesma. Para chegar la, pegamos um elevador publico, que conecta a parte alta com a parte baixa da cidade.

Começamos a visita pela parte alta da cidade, ou seja, o palácio do duque, a câmara de deputados, os prédios dos ministérios (sim, um país, mesmo pequeno como Luxemburgo, tem seus ministros e deputados). Aliás, Luxemburgo é o país do mundo com maior renda per capita, ou seja, não da para menosprezar o ducado. Voltando… Após passar pela Eglise Saint Michael, fomos para as Casamatas Bock. As casamatas são um emaranhado de cavernas incrustadas na encosta da montanha, que no passado serviu como forte e abrigo durante as grandes guerras. Canhões eram alojados ali para defesa. O complexo é bem grande e interessante: vários túneis conectam diferentes partes da construção a uma galeria principal.

Em seguida, caminhei pela parte mais antiga da cidade, em torno da Place Guillaume e da Place d’Armes. Aqui, achamos um lugar para almoçar, a primeira refeição de verdade do passeio (até então, apenas lanches). Depois do almoço, fomos para uma parte mais moderna da cidade. Apesar de os prédios antigos ainda estarem la, o transito naquela região já era bem maior. Ali se encontravam sedes de empresas e bancos do pequeno país. Depois, voltamos novamente para perto das casamatas, mas agora pela parte baixa da cidade. A vista daquele ponto é magnífica. Acho que o que destacou em Luxemburgo foram as paisagens, que são muito bem cuidadas e preservadas. Neste trecho da cidade, excluindo um ou outro guindaste que aparece ao fundo e os carros que passam de vez em quando, senti que voltei alguns séculos no tempo.

Voltamos para perto da gare, quando não havia mais muita coisa a ver, pois, como Luxemburgo era o local mais afastado que visitamos o trem saia às 17h. Fomos a um pequeno shopping ao lado da estação, onde encontramos um supermercado português. Compramos guaraná, feijão e gelatina, coisas que não se encontra facilmente por estas bandas. O incrível era que só vi gente falando português no supermercado, parece que luxemburgueses não iam ali. Como ainda tínhamos algum tempo antes do trem, tomamos um bom café numa cafeteria ali da volta da gare e pegamos o trem rumo a Bruxelas, e depois Bruges.

Continua…

PS.: adicionei algumas fotos do Benelux no Picasa… para conferi-las, basta ir na seçao Fotos… adicionei a seçao Mapas também, que exibe um mapa com as cidades que ja visitei, com ajuda do Google Maps…

Amsterdam

Ola a todos! Como esta semana eu tive férias na école, fizemos uma viagem de cinco dias pelo chamado Benelux, abreviação de Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Saimos de Lille na sexta pela noite, eu, a Bruna (veterana do G2) e a Cris (colega do G1), com a intenção de ficar dois dias na capital holandesa, Amsterdam, um dia em Luxemburgo, e dois dias na Bélgica (em Bruges e em Bruxelas). Chegamos em Amsterdam às 10 da noite, na Centraal Station (é muito estranho viajar apenas algumas poucas horas e estar num pais cuja língua é totalmente diferente). Depois de um rápido lanche, fomos para o albergue que tínhamos reservado, pegando um metro e fazendo uma pequena caminhada já por volta da meia noite. O albergue em que ficamos ficava a mais ou menos três quilômetros do centro. Dividimos um quarto com dois italianos. O ‘Inner Amsterdam’ era razoavelmente bom, tinha TV e banheiro dentro do quarto, o que é bastante confortável.

No dia seguinte, sábado pela manha, começamos a explorar a cidade. Passamos pela frente dos museus Van Gogh e Rijksmuseum (cujos ingressos eram bem caros), conhecemos o Vondelpark (parque bem bonito fora do centro de Amsterdam) e fomos para o centro da cidade. No caminho, paramos para tirar fotos em vários canais da cidade, já que ela é cortada por uma sequencia de riachos paralelos cujas paisagens são muito bonitas. Sempre as ruas que margeiam os canais possuem belas casas com uma arquitetura bastante única, e geralmente bem conservadas. Outra coisa marcante em Amsterdam é que o transito é, de certa forma, caotico. Mas nao pelo excesso de carros, e sim pelo excesso de bondes, que circulam pelas ruas como se fossem onibus, e pelas bicicletas, que estao simplesmente por toda a cidade. Amsterdam tem 700 000 habitantes, e conta com 600 000 bicicletas.

Chegando ao centro, visitamos o Museu das Tulipas (que não tinha tulipas, já que a época do ano não era a mais propicia). Em seguida, fomos à Anne Frankhuis, que é um museu instalado no lugar onde, durante a segunda guerra mundial, se escondeu uma família judia num anexo da construção principal. A vida no esconderijo foi narrada, em forma de diários, pela garota da família, Anne Frank. O esconderijo veio a ser descoberto em 1944, e toda a família acabou morrendo até o final da guerra, por diversas causas, exceto o pai, que resgatou a historia dos tempos da guerra escritas pela filha. O museu foi criado, e descreve toda essa historia no lugar onde ela aconteceu. Depois de tomar um excelente café na cafeteria do Museu, passamos pelo Monumento Nacional da Holanda, pelo Palais Royal (que estava em reformas) e caminhamos pelo centro até que a chuva e a noite nos levaram a retornar para o albergue.

No dia seguinte, fomos pela manha no Madame Tussauds. Neste lugar, ocorre uma exposição de manequins de pessoas famosas. As montagens são muito reais! Algumas celebridades que estavam la: Presidente Obama, Papa João Paulo II, Bush, Ronaldinho Gaucho, Tom Hanks, Angelina Jolie, Van Gogh, Charlie Chaplin, e muitos outros. Antes da visita ao museu, teve ainda uma apresentação muito bonita sobre a historia de Amsterdam, com uma visita a um barco pirata (que deveria ser aterrorizante, mas os atores merecem um ‘désolé’ pela atuação).

Pela tarde, visitamos o Science Museum Nemo, que é um museu de ciência e tecnologia, aos moldes do museu da PUCRS. O museu possui forma de uma carcaça de um navio. La dentro, haviam varias demonstrações interessantes cientificas, sobre vários domínios (eletromagnetismo, óptica, comportamento humano, mente e cérebro, som, etc). E, logo após, a visita à Amsterdam terminou. Era necessário retornar à estação cedo para pegar o próximo metro, pois a viagem até Luxemburgo demoraria seis horas (três até Bruxelas, trocando de metro para mais três horas até o grão-ducado).

Continua…

Retorno à Paris

Voltei a visitar a capital francesa no ultimo final de semana. O objetivo desta vez era rever o pessoal de Vichy, assim como conhecer a Ecole Centrale de Paris. Parti de Lille na sexta, dia 16 de outubro, pela manha, para chegar na Gare du Nord, em Paris, às 11h. De la, peguei um metrô para a Gare de Lyon, onde encontrei a Vivi por volta das 11h40. A partir daí, seguiu-se uma epopéia de 15 km a pé pelas ruas de Paris, carregando um mochilao (distancia essa segundo o Google Maps).

Começando pela Gare de Lyon, seguimos em direçao à ilha de St. Denis e em seguida à Catedral de Notre Dame. Em seguida, fomos para o Louvre pela Rue de Rivoli, antes passando no Mc Donald’s para o almoço. Depois do Louvre, seguimos a direção do arco do triunfo passando pela Place de la Concorde (onde fica o obelisco) e caminhando toda a Champs-Elysées, junto com suas infinitas lojas (toda marca que se preze tem uma loja na Champs-Elysées). Depois do Arco do Truinfo, seguimos rumo ao sul para a Tour Eiffel. A essa altura do dia já eram 16h, e a chuva começou a chegar. Hora de atravessar o Champ de Mars para encontrar a Ecole Militaire, e seguir em direção ao Rio Sena para se deparar com os Invalides, e o belo Musée de l’Armée. Chegamos a ir até a ponte Alexandre III, mas voltamos para tomar um café quente no Starbucks (já que o frio estava começando a chegar com o cair do Sol). Por volta das 20h, encontramos o Cassio, o Luciano e o Cadu, que estudam na EC Paris. Jantamos no Hippopotamus, restaurante que serve carne de verdade numa rua próxima a Champs-Elysées. Estavamos agora próximos ao Arco novamente. Fomos para a Gare de Lyon, encontrar o pessoal de Nantes e Lyon que estava para chegar.

Quando todos chegaram, a comitiva seguiu para Antony, no subúrbio de Paris, para finalmente dormir na Ecole. Eu representei Lille, a Vivi representou Marseille, de Lyon vieram o Sérgio, a Lara, o William e o Fred, e de Nantes vinham a Ju, o Vladimir e o Rodrigo. Chegamos na Ecole por volta da meia noite. No dia seguinte, o pessoal de Lyon e de Nantes queria conhecer Paris. Logo, depois de rever o pessoal de Paris que eu nao tinha visto ainda (Isabela, Débora, Pablo, Jocimar, Matheus, Micael, espero nao ter esquecido ninguém), la fomos nos para Paris novamente, e o pior, para refazer praticamente o mesmo caminho que eu fizera no dia anterior. Com as pernas quase me matando, o que vi de diferente foi a Basilique du Sacre Coeur, no norte de Paris, onde é possível ter uma vista muito boa da cidade, e o Moulin Rouge. Depois, seguiu-se o trivial Notre-Dame, Louvre, Obelisco, Arco do Triunfo e Torre Eiffel. Na torre, tive um clássico embate no Pedra-Papel-Tesoura com o Sérgio, de Lyon. Após 103 empates, acabei sendo derrotado pelo mesmo, em partida histórica. Lamentavel.

Domingo chegou, e parti de Paris no inicio da tarde, da mesma Gare du Nord. Cheguei na minha casa às 16h30. O trem que faz o caminho entre Lille e Paris chega a atingir 300 km/h, e faz o trajeto, que tem pouco mais de 200 km, em aproximadamente uma hora. Pena que é um pouco caro, se fosse mais barato seria possível fazer viagens como essa com maior freqüência. Falando em viagens, no final da semana estou indo fazer Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Visitarei, na ordem, Amsterdam, Luxemburgo, Bruges e Bruxelas. Como voltarei apenas na quarta da outra semana, devo ficar bastante tempo sem postar. Para compensar, pelo menos coloquei já as fotos da ultima viagem no Orkut e no Picasa. Bem, até a próxima!

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